domingo, 18 de setembro de 2016

EU NÃO AGUENTEI: COMI A MINHA CUNHADINHA (PARTE II)


   Ainda sentido o cheiro da minha cunhadinha nos meus dedos eu decidi que arriscaria naquela noite. Esperei a minha esposa dormir. Sair de mansinho e fui como quem fosse para o bainheiro externo da casa. O meu coração estava acelerado, eu me senti ofegante, o corpo ardia como se estive com febre. Sentei em um cadeira que estava na vanda que dava acesso ao banheiro. Fiquei ali cerca de 20 minutos, pensando como faria para entrar na casa se eu não tinha  a chave. Chamar ou bater na janela do quarto dela era muito comprometedor. Aquila situação só me deixou mais nervoso. Até que cheguei a conclusão que o melhor era tomar banho e voltar para o meu quarto, mas quando eu abrir o registro do chuveiro, quase automático, a porta da casa abriu. Eu levei um susto. Perguntei: quem tá ai? Aquela voz meiga me respondeu: sou eu! Meu corpo se tremeu todinho. Fiquei emudecido. Não sabia o que fazer.
   Juro que tentei falar alguma coisa, porém juntou toda aquela vontade que passei a acumulando a tarde inteira mais o susto daquele momento, o resultado foi um homem de 1,81 que pesava 78kg emudecido. Terminei o banho e já sem nenhuma esperança de encontrar "alguém" la fora abri a porta... QUE MARAVILHA!!! Lá estava ela sentada com a cadeira de frente para a porta do banheiro. Ela usava um vestidinho bem curto, as suas pernas estavam expostas quase por completas; uma das alças estava caida a única coisa que a sustentava era o biquinho do seu seio, ou seja, estava sem sutiã. Ela era uma mulher muito sexy, atraente, exótica. Ela tinha uma mistura interessante. A sua mãe era índia e seu pai era um homem branco, resutando em uma mulher de estrutura baixa, com pernas grossas, cabelos negros e longos e uma pele branquinha. Com um sorriso mais travesso do mundo me encarou, sem muita frescura ela se levando e caminhou para porta da casa. Pensei que ela estava ali me aguardando só para provocar, mas quando ela passou pela porta e a deixou aberta compreendi de imediato a mensagem.
   Entrei na casa e encostei a porta. Segui direto para o quarto da minha cunhadinha. Quando eu entrei ela trancou a porta e falou: você é doido! Essas formas as únicas palavras daquela noite, o resto foram gemidos. Nos atracamos em um beijo quente, molhado e envolvente, nele tinha todos os sabores. Como se fosse dois amantes que há muito tempo não se encontravam,  nos abraçávamos forte e nos apertávamos mutuamente. quando caímos na cama ela já estava toda molhadinha e meu pau latejava de tão duro. Tirei o vestido dela com tanta vontade que rasgou uma das alças; a sua calcinha estava encharcada eu fiz questão de deixá-la mais, antes de tirá-la passei a língua, forçando a ponto de sentir o seu grelo. Ela estava louca de tesão. Puxava a minha cabeça, pressionado a minha boca contra a sua buceta. Decidi provar diretamente da fonte e afastei a calcinha de lado. Nossa!!! Uma buceta linda, do jeito que gosto...com um grelo grande! Não foi preciso chupar muito para ela gozou pela primeira vez. O seu corpo se contorcia e as suas pernas tremiam. Eu fiquei admirando tudo aquilo, parecia que ela estava em transe.
   A minha tolha já havia ficado pelo chão e eu completamente nu. Ela ainda tremula agarrou o meu cacete e colocou na boca. Foi uma sensação maravilhosa. Uma boca tão quente, molhada e muito macia. Ela fazia movimentos profundos e lento; sugava como se fosse um pirulito; se deliciava, parecendo que ali estava o melhor sabor do mundo. Como a carne é fraca, eu quase gozei. Tive que interromper aquela chupada fantástica, pois que queria penetrá-la. A primeira posição foi o tradicional "papai e mamãe". Na medida que entrava ela gemia; quando entrou tudo ela suspirou. Voltamos a nos beijar loucamente e o movimento de "vai e vem" foi aumento até que ela gozou pela segunda vez. Eu estava me segurando, pois eu queria comer o cuzinho. Ela tinha uma bunda muito linda. Eu a esperei se recuperar e sem muito alarde a coloquei de quatro. Comecei a pincelar o meu pau no seu cuzinho. Passava uma, duas e três vezes e metia na buceta; quando eu metia na bueceta eu aproveitava para colocar um dedo no seu cuzinho. Ela gemia cada vez mais alto. Até que em uma das pinceladas entrou uma pontinha da cabeça. O bom foi que ela não reclamou. Fui empurrando devagarinho, mas ela ajudou terminar de entrar rebolando a sua bunda. CARALHO!!! DELICIA!!! O rebolado era muito delicioso. Ela não preciso rebolar muito, eu não consegui segurar mais nada...gozei muito!!! Quando eu olhei para o relógio já era quase 3h da madrugada. Corri para o meu quarto e chegando lá a minha esposa ainda estava dormindo(UFA!!!). Assim foi a primeira de várias transa que tive com a minha cunhadinha.
 

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