Estou alguns dias sem postar nada. Algumas atividades estão tomando todo o meu tempo. Mas vamos tentar relatar algo bem rápido...
Na época de preparação para o vestibular eu tive uma experiência inusitada com uma mulher mais velha. Eu estava com 18 anos e, ainda cursando o ultimo ano do ensino médio, me matriculei em um cursinho pré-vestibular. Demorou cerca de três meses para eu me enturmar. Sempre fui muito tímido. Fora que a dinâmica e a organização do espaço era bem diferente de uma sala de aula comum; as aulas pareciam mais com palestras e o espaço mais com um auditório. Eram muitas pessoas. Tornava-se impossível conhecer todos os alunos. Logo se formou pequenos grupos. Mesmo com toda a timidez acabei me aproximando de um grupo em que havia três mulheres e dois homens.
Uma dessas mulheres tinha mais de 35 anos e foi com ela que tive a tal ta experiência. Eu percebi que ela fazia questão de sempre sentar ao meu lado e não se incomodava quando parte do meu corpo tocava o dela. Naquele período da minha era fácil ter ereções. Desse modo, eu vivia de pau duro (rsrs.). Certa vez ela percebeu o volume que se tinha formado na minha calça e apenas sorriu. Aquilo me deixou mais excitado do que era de costume.
Um certo dia eu decidi testar até onde iria aquela brincadeira. Eu coloquei o meu braço apoiado na cadeira de modo que o meu cotovelo tocasse nos seios dela; ela nada fez. Fiz alguns movimentos leves e ela nada de reclamar. Até que partir para brutalidade. Deixei a minha mão escorregar para lado da cadeira dela e tocar a sua coxa direita. Continue com a mão lá. O meu coração estava acelerado, o suor começou a aparecer em minha testa. Movimentei primeiros os dedos bem lentamente. Como estávamos sentados do lado esquerdo do palco e o professor se posicionava no centro, tínhamos que virar as nossas cabeças para a direita. Olhei na direção do rosto dela, mas não expressava nenhum incomodo. os meus dedos ganharam vida e começaram a subir em direção ao lugar mais quente. Ela vestia uma calça tipo legging de cor azul. Na subida eu senti que o corpo dela estremeceu. Continuei. Só parei quando toquei aquele volume macio. Porém mexi durante algum tempo nas proximidades até ir diretamente para sua bucetinha.
Ela gostou daquilo que estava acontecendo, pois abriu uma jaqueta sobre o apoio da cadeira de modo que cobria o que estava rolando abaixo. A sua pele branca começou a ficar vermelha e sua respiração ofegante. Todos os alunos atentos a revisão do professor, pois o vestibular estava próximo e nós dois em uma experiencia muito singular. Não muito tempo depois de ter iniciado as caricias com o dedo direto na sua bucetinha percebi que o tecido da calça havia molhado. Foi quando ela sussurrou no meu ouvido: Não pare! Continue! Até que se tremeu todinha. Ela aguardou um pouco e depois seguiu para o banheiro com a jaqueta envolta da cintura. Aquilo me deixou muito excitado e assustado. Levantei e fui embora. Fiquei com a consciência pesada, eu não sentia nada por ela e já tinha uma namorada.
Este blog é a tentativa de expor as experiências eróticas e sexuais de um homem em forma de contos.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
domingo, 18 de setembro de 2016
EU NÃO AGUENTEI: COMI A MINHA CUNHADINHA (PARTE II)
Ainda sentido o cheiro da minha cunhadinha nos meus dedos eu decidi que arriscaria naquela noite. Esperei a minha esposa dormir. Sair de mansinho e fui como quem fosse para o bainheiro externo da casa. O meu coração estava acelerado, eu me senti ofegante, o corpo ardia como se estive com febre. Sentei em um cadeira que estava na vanda que dava acesso ao banheiro. Fiquei ali cerca de 20 minutos, pensando como faria para entrar na casa se eu não tinha a chave. Chamar ou bater na janela do quarto dela era muito comprometedor. Aquila situação só me deixou mais nervoso. Até que cheguei a conclusão que o melhor era tomar banho e voltar para o meu quarto, mas quando eu abrir o registro do chuveiro, quase automático, a porta da casa abriu. Eu levei um susto. Perguntei: quem tá ai? Aquela voz meiga me respondeu: sou eu! Meu corpo se tremeu todinho. Fiquei emudecido. Não sabia o que fazer.
Juro que tentei falar alguma coisa, porém juntou toda aquela vontade que passei a acumulando a tarde inteira mais o susto daquele momento, o resultado foi um homem de 1,81 que pesava 78kg emudecido. Terminei o banho e já sem nenhuma esperança de encontrar "alguém" la fora abri a porta... QUE MARAVILHA!!! Lá estava ela sentada com a cadeira de frente para a porta do banheiro. Ela usava um vestidinho bem curto, as suas pernas estavam expostas quase por completas; uma das alças estava caida a única coisa que a sustentava era o biquinho do seu seio, ou seja, estava sem sutiã. Ela era uma mulher muito sexy, atraente, exótica. Ela tinha uma mistura interessante. A sua mãe era índia e seu pai era um homem branco, resutando em uma mulher de estrutura baixa, com pernas grossas, cabelos negros e longos e uma pele branquinha. Com um sorriso mais travesso do mundo me encarou, sem muita frescura ela se levando e caminhou para porta da casa. Pensei que ela estava ali me aguardando só para provocar, mas quando ela passou pela porta e a deixou aberta compreendi de imediato a mensagem.
Entrei na casa e encostei a porta. Segui direto para o quarto da minha cunhadinha. Quando eu entrei ela trancou a porta e falou: você é doido! Essas formas as únicas palavras daquela noite, o resto foram gemidos. Nos atracamos em um beijo quente, molhado e envolvente, nele tinha todos os sabores. Como se fosse dois amantes que há muito tempo não se encontravam, nos abraçávamos forte e nos apertávamos mutuamente. quando caímos na cama ela já estava toda molhadinha e meu pau latejava de tão duro. Tirei o vestido dela com tanta vontade que rasgou uma das alças; a sua calcinha estava encharcada eu fiz questão de deixá-la mais, antes de tirá-la passei a língua, forçando a ponto de sentir o seu grelo. Ela estava louca de tesão. Puxava a minha cabeça, pressionado a minha boca contra a sua buceta. Decidi provar diretamente da fonte e afastei a calcinha de lado. Nossa!!! Uma buceta linda, do jeito que gosto...com um grelo grande! Não foi preciso chupar muito para ela gozou pela primeira vez. O seu corpo se contorcia e as suas pernas tremiam. Eu fiquei admirando tudo aquilo, parecia que ela estava em transe.
A minha tolha já havia ficado pelo chão e eu completamente nu. Ela ainda tremula agarrou o meu cacete e colocou na boca. Foi uma sensação maravilhosa. Uma boca tão quente, molhada e muito macia. Ela fazia movimentos profundos e lento; sugava como se fosse um pirulito; se deliciava, parecendo que ali estava o melhor sabor do mundo. Como a carne é fraca, eu quase gozei. Tive que interromper aquela chupada fantástica, pois que queria penetrá-la. A primeira posição foi o tradicional "papai e mamãe". Na medida que entrava ela gemia; quando entrou tudo ela suspirou. Voltamos a nos beijar loucamente e o movimento de "vai e vem" foi aumento até que ela gozou pela segunda vez. Eu estava me segurando, pois eu queria comer o cuzinho. Ela tinha uma bunda muito linda. Eu a esperei se recuperar e sem muito alarde a coloquei de quatro. Comecei a pincelar o meu pau no seu cuzinho. Passava uma, duas e três vezes e metia na buceta; quando eu metia na bueceta eu aproveitava para colocar um dedo no seu cuzinho. Ela gemia cada vez mais alto. Até que em uma das pinceladas entrou uma pontinha da cabeça. O bom foi que ela não reclamou. Fui empurrando devagarinho, mas ela ajudou terminar de entrar rebolando a sua bunda. CARALHO!!! DELICIA!!! O rebolado era muito delicioso. Ela não preciso rebolar muito, eu não consegui segurar mais nada...gozei muito!!! Quando eu olhei para o relógio já era quase 3h da madrugada. Corri para o meu quarto e chegando lá a minha esposa ainda estava dormindo(UFA!!!). Assim foi a primeira de várias transa que tive com a minha cunhadinha.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
EU NÃO AGUENTEI: COMI A MINHA CUNHADINHA (PARTE I)
As vezes a oportunidade bate a sua porta e você não a enxerga. Digo-lhes que existem oportunidades em todas as áreas de nossa vida. Vou-lhes contar uma coisa que aconteceu comigo. Para alguns, isso pode ser considerado como uma falta de consideração e respeito; para outros, como uma tentação que aumenta mais o tesão. Deixa eu ser mais direto: Eu transei com a mulher do meu irmão! Por favor, ainda não me julguem.
O meu irmão e eu morávamos na casa de nossa mãe. Eu havia construído um pequeno apartamento separado da casa da minha e meu irmão ocupava uns dos quartos da casa. Ele já estava em processo de separação. Havia se estabelecido uma situação interessante: ele saiu de casa e a esposa (ou ex-esposa) continuou lá. Minha mãe nunca se queixou dessa situação, pois pudia ter contato com a sua neta diariamente.
Dessa forma, a minha cunhada passou a dormir sozinha. Certo dia, depois do almoço, eu dormi e todos saíram para visitar o meu irmão mais velho. Quando acordei fui até a casa buscar uma taça de sorvete, pois a tarde estava muito quente. Eu me assustei quando passei pelo quarto da minha cunhada e vi a porta entreaberta. Meu coração foi a mil. E não foi por acaso. A minha cunhadinha estava deita apenas de calcinha e sutiã. Pensei: CARALHO!!! O QUE EU FAÇO? Como num passe de mágica fiquei de pau duro. Sabia que ela estava sem sexo há quase 30 dias. Eu possuía informações privilegiadas sobre a sede de sexo que ela tinha. As vezes esse assunto aparecia nas nossas conversas, de forma indireta. Na verdade, eu já tinha visto ela me olhando de uma forma nada discreta. Mas aquela oportunidade me fez duvidar de todas as pistas que eu achava ter percebido.
Pensei, repensei...mas não conseguia parar de contemplá-la. Foi quando decidi avançar. Com muita delicadeza eu abri a porta e me aproximei da cama. Deitei lentamente e logo lhe abracei por trás. Ela não esboçou nenhuma reação agressiva. Percebi que ela gostou, puxou o meu braço de modo que eu fiquei coladinho nela. Naquela hora passou pela minha cabeça que ela estava me confundido com o meu irmão, pois ainda gostava dele. Tomei logo uma atitude, não deixando este pensamento progredir.
Bom, o pior já havia passado. Comecei a cheirar o seu pescoço e beijar suavemente. Com certeza ela se excitou e, também, percebeu que eu estava de pau duro, pois empinou a sua bunda contra ele. NOSSA! Eu fiquei louco. A minha mão esquerda ganhou vida, percorria o corpo se detendo apenas nos seios, no bumbum e na sua bucetinha que não demorou para molhar. Quando tudo indicava que ia acontece a transa mais quente e louca da minha vida... ouvimos o barulho do carro. Corri para o banheiro externo e fingi que a sobremesa do almoçou me fez mal. Ninguém desconfiou. Até porque o banheiro do apartamento estava com problema. Naqueles dias estávamos utilizando o banheiro externo da casa de minha mãe.
Aquela experiência ficou se repetindo na minha cabeça de tal modo que não conseguia pensar em outra coisa. Eu só pensava em terminar aquilo que havia começado. Mas eu não encontrava as respostas para três perguntinhas básicas: como? quando? e o que? ...
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
A primeira vez que vi "ao vivo e a cores"
Hoje, depois de mais de três décadas de existência, observo o quanto as minhas experiências eróticas (e sexuais) se assemelham a vários contos já publicados em diversos canais: revistas, gibis, romances, internet e etc. Então "porquê" não contá-las!? Lógico que não são criações tão bem imaginadas e transcritas, até porque na vida real existem alguns contratempos que tornam essas experiências bem-humoradas ou desagradáveis. Tentarei apresentá-las da forma mais simples e direta. Vamos para o que interessa!
Eu sempre vivi em uma cidade pequena ( que recentemente passa por processo de crescimento), praticamente todos os moradores do bairro se conheciam. Em uma certa tarde a rotina do bairro foi interrompida. Na casa de um dos moradores havia uma grande movimentação de pessoas, coisas e carros. Tudo isso representava as mais novas moradoras que acabara de chegar para se estabelecer no bairro. Meus amigos e eu ficamos loucos para saber se havia uma menina da nossa idade neste meio (nós eramos adolescentes). Contudo, o nosso desejo não foi atendido, pois uma estava para completar 18 anos; outra já estava com 23 anos; e mais velha contava com 25 anos. Ficamos entristecidos de imediado. Sabíamos que não eram para o nosso bico. Entretanto, na manhã seguinte obtivemos uma informação importante.
Todos os meus amigos moravam na mesma rua que eu. O nosso grupo era formado por quatro meninos de 14 anos e um de 13 anos. Este último morava ao lado da casa em que chegou as novas vizinhas. Na manha seguinte ele nos contou que ouviu risadas no fundo do quintal e um barulho de água, como se alguém estivesse tomando banho em uma bacia. Não demorou nada para que um sugerisse brincarmos na casa desse nosso amigo mais novo ao entardecer. Todos concordaram com a ideia. Passamos o dia inteiro imaginando o que poderíamos ver. Não tinha como ... ficamos excitados com a possibilidade de ver algo que conhecíamos apenas pelas revistas. Quanto mais se aproximava da hora a ansiedade tomava conta.
Até que ouvimos algumas vozes e risadas. Nós cinco ficamos congelados. O medo tomou conta de todos. Foi no primeiro som da água tocando o chão que nos mexemos para olhar. NOSSA! Ainda havia um pouco de luz no céu e foi possível ver o corpo de cada uma por completo. Todas as três possuíam belos corpos. Havíamos feito três buracos no muro e revezávamos para contemplar aqueles corpos. Eram morenas altas, com uma pele bem limpa; duas possuíam seios volumosos e pêlos na na piriquita; a mais nova tinha seios pequenos e nenhum pelo o que facilitava enxergar o seu clitóris grande. Lembro-me que as minhas orelhas pegavam fogo, o meu coração estava acelerado, as minhas mão transpiravam, e na minha garganta havia uma saliva grossa. Quando elas começaram a passar o sabonete pelo corpo, eu não aguentei! Como em um movimento automático comecei a me masturbar, quando olhei para o lado todos os outros estavam também. CARAMBA! Aquela imagem ficou na minha mente e quando eu cheguei em casa me masturbei novamente. Depois daquilo os nossos finais de tardes não foram mais os mesmos.
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