terça-feira, 13 de setembro de 2016

EU NÃO AGUENTEI: COMI A MINHA CUNHADINHA (PARTE I)


   As vezes a oportunidade bate a sua porta e você não a enxerga. Digo-lhes que existem oportunidades em todas as áreas de nossa vida. Vou-lhes contar uma coisa que aconteceu comigo. Para alguns, isso pode ser considerado como uma falta de consideração e respeito; para outros, como uma tentação que aumenta mais o tesão. Deixa eu ser mais direto: Eu transei com a mulher do meu irmão! Por favor, ainda não me julguem. 
   O meu irmão e eu morávamos na casa de nossa mãe. Eu havia construído um pequeno apartamento separado da casa da minha e meu irmão ocupava uns dos quartos da casa. Ele já estava em processo de separação. Havia se estabelecido uma situação interessante: ele saiu de casa e a esposa (ou ex-esposa) continuou lá.  Minha mãe nunca se queixou dessa situação, pois pudia ter contato com a sua neta diariamente. 
   Dessa forma, a minha cunhada passou a dormir sozinha. Certo dia, depois do almoço, eu dormi e todos saíram para visitar o meu irmão mais velho. Quando acordei fui até a casa  buscar uma taça de sorvete, pois a tarde estava muito quente. Eu me assustei quando passei pelo quarto da minha cunhada e vi a porta entreaberta. Meu coração foi a mil. E não foi por acaso. A minha cunhadinha estava deita apenas de calcinha e sutiã. Pensei: CARALHO!!! O QUE EU FAÇO? Como num passe de mágica fiquei de pau duro. Sabia que ela estava sem sexo há quase 30 dias. Eu possuía informações privilegiadas sobre a sede de sexo que ela tinha. As vezes esse assunto aparecia nas nossas conversas, de forma indireta. Na verdade, eu já tinha visto ela me olhando de uma forma nada discreta. Mas aquela oportunidade me fez duvidar de todas as pistas que eu achava ter percebido. 
   Pensei, repensei...mas não conseguia parar de contemplá-la. Foi quando decidi avançar. Com muita delicadeza eu abri a porta e me aproximei da cama. Deitei lentamente e logo lhe abracei por trás. Ela não esboçou nenhuma reação agressiva. Percebi que ela gostou, puxou o meu braço de modo que eu fiquei coladinho nela. Naquela hora passou pela minha cabeça que ela estava me confundido com o meu irmão, pois ainda gostava dele. Tomei logo uma atitude, não deixando este pensamento progredir.
   Bom, o pior já havia passado. Comecei a cheirar o seu pescoço e beijar suavemente. Com certeza ela se excitou e, também, percebeu que eu estava de pau duro, pois empinou a sua bunda contra ele. NOSSA! Eu fiquei louco. A minha mão esquerda  ganhou vida, percorria o corpo se detendo apenas nos seios, no bumbum e na sua bucetinha que não demorou para molhar. Quando tudo indicava que ia acontece a transa mais quente e louca da minha vida... ouvimos o barulho do carro. Corri para o banheiro externo e fingi que a sobremesa do almoçou me fez mal. Ninguém desconfiou. Até porque o banheiro do apartamento estava com problema. Naqueles dias estávamos utilizando o banheiro externo da casa de minha mãe.
   Aquela experiência ficou se repetindo na minha cabeça de tal modo que não conseguia pensar em outra coisa. Eu só pensava em terminar aquilo que havia começado. Mas eu não encontrava as respostas para três perguntinhas básicas: como? quando? e o que? ... 

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